Conheça as Giraffas do Bem

Conheça as Giraffas do Bem

Dos dias 6 de novembro a 2 de janeiro, você também pode mostrar seu apoio à transformação de vidas nas lojas do Giraffas.

Durante o período da ação, com mais R$2 a cada compra você garante um adesivo das Giraffas do Bem, que pode ser personalizado com seu nome e colado nas paredes dos restaurantes da marca ou exposto onde preferir. A ação é nacional e acontece nas 400 lojas da rede espalhadas pelo país.

Todo o valor arrecadado será investido em nossos projetos que há 25 anos transformam a realidade de milhares de famílias do sertão com iniciativas educacionais, de assistência à saúde, infraestrutura e geração de renda e trabalho.

Que tal mostrar seu apoio à causa durante suas refeições? Não se esqueça de marcar @amigosdobem

Campanha convida a “dar uma mãozinha” à causa

Campanha convida a “dar uma mãozinha” à causa

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Durante o mês de setembro, os Amigos do Bem e a Mania de Churrasco ! PRIME STEAK HOUSE e o Mania de Churrasco ! BUFFET EXPRESS se unem para “dar uma mãozinha” à transformação de vidas no sertão nordestino.

Na 4ª edição da campanha, a ação convida os clientes de todos os restaurantes da marca a apoiarem a causa. Pelo valor de R$2,00, você ganha um adesivo no formato de mãozinha, que pode ser personalizado com seu nome e colado nas paredes dos restaurantes da marca ou exposto onde preferir.

Todo o valor arrecadado será investido em nossos projetos que há 25 anos transformam a realidade de milhares de famílias do sertão com iniciativas educacionais, de assistência à saúde, infraestrutura e geração de renda e trabalho.

Que tal dar uma mãozinha pra gente? Mostre seu apoio à causa marcando @amigosdobem.

Prêmios do Bem

Prêmios do Bem

No Dia Nacional do Voluntariado, nosso projeto foi homenageado com duas premiações: o Viva Voluntário e o Creator Awards. Os reconhecimentos eram dedicados a instituições cuja atuação transforma a realidade social do Brasil.

Em Brasília, fomos vencedores na categoria Voluntariado nas Organizações da Sociedade Civil do prêmio Viva Voluntário, iniciativa do governo federal para incentivar engajamento social. Nossa Diretora de Desenvolvimento Institucional, Juliane Albanesi, recebeu o prêmio das mãos de Niky Fabiancic, coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil.

Em São Paulo, recebemos o Prêmio para Organizações Sem Fins Lucrativos do Creator Awards, competição global do WeWork que destaca iniciativas inovadoras de impacto. “Este trabalho é o resultado de milhares de mãos silenciosas que atuam para a transformação de vidas”, disse Alcione Albanesi, nossa presidente, durante a cerimônia de premiação ontem.

Ainda mais inspirados pelo reconhecimento da importância da causa que defendemos, seguimos com amor e dedicação para impactar com dignidade a vida de milhares de pessoas que vivem nas regiões com os menores índices de desenvolvimento humano (IDH) do país.

Elie Horn para a Folha de S. Paulo

Elie Horn para a Folha de S. Paulo

Abaixo entrevista do Elie Horn para a Folha de S. Paulo do dia 23 de julho de 2018.

Eu me sinto anão da filantropia perto de Bill Gates, diz Elie Horn

Dono da Cyrela quer incentivar empresários a aderir a movimento de doação de riquezas

 

Prestes a completar 74 anos neste mês, o bilionário Elie Horn quer fazer os ricos doarem mais e melhor.

“Quero chacoalhar a sociedade”, diz o dono da Cyrela, que assumiu o compromisso público de destinar para filantropia 60% de sua fortuna, estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 3,9 bilhões).

O empresário Elie Horn, dono da Cyrela
O empresário Elie Horn, dono da Cyrela – Eduardo Anizelli/Folhapress

Movido por espírito religioso de fazer o bem e de não se deixar escravizar pelo dinheiro, ele admite que se sentiu mal quando entrou para o clube dos bilionários com a abertura de capital da Cyrela em 2005. As ações da empresa passaram a valer 30 vezes mais em um ano. “Não foi por mérito meu.”

Que razões levaram o senhor a aderir ao The Giving Pledge?

Faz 20 anos que me decidi. O The Giving Pledge faz três. Por quê? Faz muito bem à alma, a terceiros e também a você, neste mundo e no outro. Quero ser rico na eternidade. São valores familiares, judaicos, de não trabalhar só para si, de devolver à sociedade.

O que move o senhor?

O espírito do bem, da justiça e do significado do dinheiro. Ou você escraviza o dinheiro, ou é escravizado. Se ajudar alguém, você escravizou o dinheiro. Se deixa para usufruir o luxo, é escravo.

Como foi em família a decisão de doar parte da herança que seria dos seus filhos?

Pensei em doar 100%, como meu pai. Mas um guru cabalista me aconselhou a doar 60%. Meus filhos falaram: “Papai, faz isso em vida”. Não é igual depois da morte. Tirar do bolso e dar é difícil. Na hora que você promete doar, o dinheiro não é mais seu. Se não fizer, é ladrão.

Seu pai é seu maior exemplo?

Ele fazia o bem por convicção e cultura. Faleceu faz 38 anos e senti o dever de fazer o bem para elevar a alma dele. Espero que a tradição se mantenha com filhos, netos, tataranetos.

Que legado quer deixar?

Espero cutucar a sociedade para fazer o bem. Se todos os ricos do mundo ajudarem os pobres, vai ter justiça, equilíbrio e um mundo melhor.

É mais difícil cutucar ricos em um Brasil tão desigual?

É óbvio que o Brasil precisa mais do que os Estados Unidos, onde existe cultura de doação.

Como é fazer esse movimento aqui?

Temos um grupo de pessoas inteligentes e competentes que decidiram fazer um guarda-chuva do bem. Uma plataforma que vai abarcar dez causas: combater exploração sexual de crianças e adolescentes, primeira infância, saúde, deficiência, combate à pobreza, educação, meio ambiente, idosos, ética na política, civismo.

Tem também cultura de doação para ensinar a não deixar dinheiro na gaveta.

Como se formou este grupo para investir na plataforma?

Eles me chamaram e eu aderi na hora. A ideia é unir forças para destinar centenas de milhões de reais para causas. A fundo perdido. O modelo está sob análise. Não posso citar nomes ainda. São grandes representantes do PIB dispostos a atuar para poder chacoalhar o país.

Como homem de negócios, o que agrega à filantropia?

É importante não só doar, mas doar bem. A plataforma tem que ser eficiente, ter visão estratégica, acompanhar a aplicação dos recursos e ser ponte entre doador e gestor.

Queremos ajudar as pessoas a doarem mais e melhor. Basta gostar de fazer o bem para ser do clube. Muitos fazem filantropia, mas em um modelo em que o impacto é limitado, quando pode ser maior.

Quando o senhor se tornou um filantropo?

Comecei no colégio arrecadando cruzeiros para ajudar o moço da esquina.

Quando fazia negócios, eu vendia um apartamento por 100 e o cara queria pagar 90. Fazia um acordo: paga 90 e a diferença vai para caridade, que o comprador escolhia. Todo mundo aceitou, menos um. Um bandido.

Qual foi sua primeira causa?

É botar Deus na terra, mas não vai estar entre as dez da plataforma. Convencer os jovens de que Deus existe é uma causa importante, mas não é “cool”. Falar em religião hoje não é bom por causa dos extremistas. Sem extremismo faz muito bem.

Quais são as causas mais importantes na sua vida?

Tenho duas: o trabalho e a filantropia. Detesto passar tempo sem fazer nada, me frustra. Tem também a mensagem de dar valor ao meu tempo. Sentir-se inútil é uma desgraça.

Não pretende se aposentar?

“Never” [nunca]. O importante é produzir, dar significado ao dinheiro, ao tempo. Se eu me aposentar, vou ficar gagá e encher minha esposa. Eu não me perdoaria se ficasse inativo e ineficiente.

Por que criou o Instituto Liberta para atuar no combate à exploração sexual infantil?

A ideia é mexer com a sociedade brasileira para conscientizar as jovens, os velhos. É tabu, um campo minado.

Ninguém quer associar sua marca a abuso sexual infantil?

Foi a razão que fez a gente assumir a causa. Não é “cool”. No Brasil, temos muitas meninas abusadas, exploradas. Nossa ideia é ajudá-las a sobreviver, para que o mal não se repita. Temos feito visitas às escolas do estado de São Paulo, falando com professores para que sejam vigilantes e contatando 2,5 milhões de crianças.

O instituto faz campanhas de conscientização, seminários. Temos vários parceiros, trabalhos no Amazonas e no Pará.

Como seleciona o que vai apoiar?

Tenho vergonha de falar não. Alguém me ensinou que se não falar, estou morto. Então, hoje falo. Não quero ver coisas novas. As causas que tenho já são bastante grandes.

Que experiências o senhor teve ao visitar projetos?

Fui para a ilha de Marajó e perseguimos uns bandidos que estavam com umas meninas em outro barco. Quase demos um flagrante. Já era convicto sem ver, agora que vi sou escravo da causa. Sinto aqui [aponta o coração]. Deu um significado mais forte para minha luta.

Esteve também no Nordeste?

Sim. Adorei. Visitei a ONG Amigos do Bem. A Alcione [Albanesi, fundadora] vai fazer parte da plataforma. Essa mulher faz milagres. É pai, mamãe, vovó, diretora e presidente para 60 mil pessoas. Dá educação, cultura, comida.

Ela me apresentou para mil crianças, que me deram 2.000 beijos. Passei dois dias lá e nunca senti tanto amor na vida. Vamos ajudá-la a ter mais doadores, se Deus quiser.

Pesquisas mostram que o brasileiro pobre, proporcionalmente a sua renda, doa três vezes mais do que o rico. Por quê?

No meu entender, falta comunicação, convencimento. A minha tese é: Deus existe, estamos aqui para ser testados. Eu quero passar no teste.

Como é o seu contato com grandes filantropos como Bill Gates?

Lá fora, Bill Gates e Warren Buffett vão doar 99% de suas fortunas para caridade. São exemplos.

Nos EUA, eu me sinto um anão. Sou o menorzinho deles. A gente acha que faz muito e quando chega lá vê que não faz nada. Isso ajuda a nos convencer a fazer muito mais.

O senhor convenceu outro brasileiro a aderir ao The Giving Pledge?

Estou tentando. Falei com alguns. Um ia aceitar, mas não aceitou. Um outro, a mulher não deixou.

Mas não desisto. Acho que neste ano vou ter a chance de convencer um ou dois. Quero criar o The Giving Pledge Brasil em outras condições: em vez de doar ao menos 50%, aqui o percentual seria de 20%.

Faltam incentivos fiscais ou maior taxação sobre herança, como nos EUA?

Alguns dizem que sim, outros não. O problema é ter vontade. No Brasil, os dividendos são isentos de imposto de renda. É um dinheiro que você pode doar, já pagou o imposto. Todo meu dinheiro [para filantropia] provém de ações.

Foi com a abertura de capital da Cyrela em 2005 que o senhor entrou de vez para o clube dos bilionários?

No começo, eu me senti mal. Depois, me acostumei. Como a Cyrela ficou em primeiro lugar no setor por 15 anos, aconteceu. Sabe por quê? É um teste de Deus. Se você ganhar 10 ou 100, vai doar na proporção.

Minhas ações subiram 30 vezes naquele ano. Isso não é normal. Não é meu mérito, com certeza. Foi um teste para ver se eu correspondia.

O senhor passou no teste?

A gente nunca passa, sempre se pode fazer mais.

No Brasil, quem lhe inspira?

Amador Aguiar [fundador do Bradesco] fez uma coisa maravilhosa, a Cidade de Deus, uma escola por onde já passaram mais de 500 mil alunos. É um orçamento gigante. O trabalho dele é excepcional. E a Fundação Bradesco é sócia do banco. Uma coisa importante.

Como começou seu império na construção civil?

Havia um corretor que vinha na minha casa oferecer apartamento para meu pai e meu irmão. Comprava-se para pagar em seis meses, sem correção monetária. Como havia inflação alta, se vendia no outro dia com lucro grande. Sem dinheiro. Assim comecei a conhecer o ramo. Tudo que comprava, eu vendia.

Sou persistente, não sou bandido. As pessoas confiam. Para ser um bom corretor, não pode mentir. E sou workaholic.

Qual é o seu maior orgulho como self-made man?

Sou um investidor a longo prazo. Lá em cima, não vão me perguntar se eu fui bom ou mau empresário, mas se fiz o bem.

Meu sonho é que lembrem de mim como um homem que tentou fazer o bem. Quero um mundo sem pobreza, injustiça, violência, maldade.

O mundo melhorou ou piorou em relação ao que o senhor nasceu?

Não sei. Nasci na Síria e saí de lá quando tinha seis meses. Cheguei [ao Brasil] com zero tutu, no barco na quarta classe, passagem paga por parentes, que deram US$ 10 mil dólares para meu pai começar a trabalhar. E ele se fez.

O senhor acompanha a situação na Síria. Apoia refugiados?

Todas as causas são boas. Toda criança tem que ser ajudada. Já ajudei refugiados, mas não é uma causa da plataforma. Não dá para fazer tudo.

O que o Brasil significa para o senhor?

É o país que me acolheu, é tudo para mim. O ser humano no Brasil é muito bom. Tem alma nobre, gentil.

Por que o Brasil não é ainda o país que poderia ser?

Eu tenho algumas ideias radicais. Faria uma anistia geral. Partiria da estaca zero, para começar tudo de novo. Não gosto de falar de política. Não apito nada e ninguém vai me ouvir.

Para ser político tem que falar bonito, saber convencer. Sou a favor da liberdade, do capitalismo, do trabalho. Sem o setor privado o país não anda.

O senhor fala publicamente sobre o diagnóstico de Mal de Parkinson?

Não tenho vergonha. Estou doente. Deus mandou por alguma razão. Aceito. Fiquei revoltado quando descobri em 2012, mas a doença está controlada por remédios.

Todo dia, faço na marra cerca de duas horas de ginástica, natação, fisioterapia e karatê. Perco todas as lutas (risos). É gostoso. Você não para de lutar e de se defender. Uma sensação boa de estar vivo.

Vai ganhar a luta pela filantropia?

Com certeza. Eu não desisto. E tem o seguinte: na hora que você faz o bem, Deus é obrigado a ajudar.


Elie Horn, 73

Formado em direito, o empresário nascido na Síria chegou ainda bebê ao Brasil. É fundador da incorporadora e construtora Cyrela e criou o Instituto Liberta, que combate a exploração sexual de crianças e adolescentes. Tem 3 filhos e 3 netos


O que é The Giving Pledge

O Compromisso de Doação é um esforço capitaneado por Bill Gates e Warren Buffet para que indivíduos e famílias mais ricas do mundo comprometam a destinar mais da metade de sua riqueza a causas filantrópicas. Conta hoje com 183 adesões de bilionários de 22 países e apenas um representante do Brasil

Eliane Trindade

Editora do prêmio Empreendedor Social, editou a Revista da Folha. É autora de “As Meninas da Esquina”

Fonte: folha.uol.com.br

Jovens Empreendedores do Sertão Nordestino

Jovens Empreendedores do Sertão Nordestino

Amigos do Bem realizam a 1ª Feira de Empreendedorismo no sertão em parceria com o Sebrae

Uma parceria entre Amigos do Bem e Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) levou até o Sertão a 1ª Feira de Empreendedorismo voltada para os jovens e crianças atendidos pelo projeto. Após seis meses de planejamento e trabalho, a iniciativa foi concretizada nos dias 3, em Catimbau/PE, e 24 de março, em Inajá/PE.

As crianças de cada ano letivo foram responsáveis por criar uma de empresa, com um stand com produtos para exposição durante a feira. “Cada grupo de crianças abriu a sua empresa, fez os seus produtos e realizou a venda, negociando com os demais alunos”, conta Alceu Caldeira, coordenador dos Amigos do Bem. Com isso, todos puderam exercitar a capacidade empreendedora e a educação financeira.

O Sebrae colaborou na capacitação dos professores dos Centros de Transformação, que trabalharam diretamente com as crianças, motivando a criatividade e o empreendedorismo dos grupos de alunos – cujo foco variou entre comidas, temperos, empreendedorismo social, reciclagem, livraria, cabeleireiro, entre outros. Cerca de 6 mil produtos foram apresentados durante a feira.

Os alunos e voluntários receberam notas de dinheiro fictício para poder consumir e estimular a prática de negociação e controle de gastos. José Aparecido, coordenador pedagógico dos Amigos do Bem no Catimbau, contou sobre a satisfação de todos ao final do evento: “Ficaram muito felizes, era lindo ver as crianças falando sobre o quanto gastaram, o que sobrou, todo mundo fazendo a contabilidade das empresas para checar o lucro. Foi incrível!”.

Ações como esta mostram que um novo futuro está sendo construído no sertão por meio do aprendizado, da dedicação e do amor!

Veja mais detalhes assistindo o vídeo abaixo:

Confira algumas fotos:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Parceria do Bem

Parceria do Bem

Doe cestas básicas de onde você estiver: Pão de Açúcar e Amigos do Bem juntos contra a fome.

Segundo uma pesquisa do IPEA de 2014, um terço da população do Brasil mora no Nordeste. Lá, cerca de 9,6 milhões de pessoas vivem na linha de pobreza extrema com menos de R$ 70,00 por mês.

Com o objetivo de transformar esta realidade e fazer com que a fome e a miséria sejam lembradas apenas como fato histórico, todos os meses, os Amigos do Bem distribuem cestas básicas no sertão nordestino, garantindo que milhares de famílias tenham acesso à alimentação de qualidade.

Além das arrecadações mensais realizadas em vários supermercados de São Paulo nas Redes Carrefour, Extra e Pão de Açúcar, agora poderão ser feitas doações de cestas através do e-commerce do Pão de Açúcar. De forma rápida e prática, os internautas podem escolher entre três tipos de cestas, com valores que variam de R$ 30,00 a R$ 90,00 dependendo da quantidade de alimento.

Os produtos serão entregues para os Amigos do Bem diretamente em Recife/PE, de onde seguirão para os povoados atendidos pela Instituição.

Com essa iniciativa, a instituição conta com uma nova maneira de colaborar com seus projetos, que estão escrevendo um novo futuro para mais de 60 mil pessoas por meio de ações voltadas à educação, saúde, infraestrutura e geração de renda.

Conheça essa iniciativa em: paodeacucar.com/amigos-do-bem/

Campanha Sertão

Campanha Sertão

Prêmios que transformam vidas

Com o objetivo de arrecadar recursos para manter seus projetos de educação e geração de trabalho e renda, os Amigos do Bem realizam anualmente a Campanha do Sertão. A campanha teve duração de 4 meses e, desta vez, surpreendeu seus participantes, que concorreram não só a um, mas a 3 prêmios: um Volvo V40 0KM, uma moto KTM 200 Duke 0KM e uma TV Led 49’ Smart Full LG. Todos os prêmios da campanha foram doados por empresas que, como a Volvo Cars e a Sacramento Moto Sports, acreditam no trabalho sério e transformador realizado há mais de 25 anos no sertão nordestino.

Para participar, cada pessoa adquiria seu número da sorte por apenas R$ 20,00 e colaborava com a transformação de vidas no sertão.

A campanha representa uma das maiores fontes de recursos da Instituição ao longo do ano, além de movimentar um número muito maior de doadores, ampliando assim, a corrente do Bem.
Foram milhares de números distribuídos e os vencedores já foram divulgados no site. Acesse o link para conhecer os ganhadores: amigosdobem.org/ganhadoresdacampanha2017/

Os Amigos do Bem agradecem a todos que participaram da Campanha.

AMOR E INTEGRAÇÃO NO SERTÃO NORDESTINO

AMOR E INTEGRAÇÃO NO SERTÃO NORDESTINO

Movidos pelo sentimento de solidariedade, o final de ano foi especial para os Amigos do Bem e para milhares de famílias do sertão.

Além da tradicional distribuição dos brinquedos, feirinhas de Natal, atendimento médico e odontológico no final de ano, aconteceu também o 1º Encontro de Jovens nos Centros de Transformação em Catimbau (PE) e Torrões (AL). Reunimos 200 voluntários que deixaram suas casas em São Paulo para se unir ao Papai Noel e proporcionar um Natal com mais amor e esperança para os povoados de Alagoas, Pernambuco e Ceará.

Foram mais de 80 mil pessoas atendidas, 14 mil cestas básicas, 22 mil brinquedos e milhares de sorrisos e abraços distribuídos no Sertão. Um momento de alegria para quem convive com a miséria.
Realizamos palestras socioeducativas para extrair das famílias os desejos para o próximo ano, uma oportunidade para refletir e sonhar com um futuro melhor. Os temas para os jovens e crianças foram voltados às questões comportamentais importantes para o convívio em família e para o desenvolvimento cívico.

O Dia do Circo deixou o final de ano no Sertão ainda mais especial. Promovemos a integração das crianças de todas as comunidades atendidas.


“É um momento em que todos os Amigos do Bem estão fantasiados no Sertão, representando os mais de 8 mil voluntários de São Paulo. É um dia muito feliz e muito especial para todos nós”, conta André De Luca, coordenador geral dos Amigos do Bem.

Assista ao vídeo da distribuição de final de ano.

 


1200 Jovens unidos em um futuro transformador

O 1º Encontro de Jovens no Sertão reuniu crianças e jovens dos quatro Centros de Transformação com o objetivo de reforçar os conceitos de civilidade, educação e respeito ao próximo.

Alceu Caldeira, coordenador da Instituição, relata: “Esse 1º Encontro foi uma iniciativa para trazer integração entre as quatro unidades, a fim de que os jovens desenvolvam a cidadania, aprendam a ganhar e perder por meio das competições e tornem-se seres humanos melhores e mais efetivos”.

Foram 1.200 jovens participando de disputas em 21 modalidades que envolviam atividades educacionais e esportivas como futebol, voleibol, capoeira, jogos de tabuleiro, arte, teatro, música, culinária, redação e muitos outros.

A mensagem de Alcione Albanesi, presidente dos Amigos do Bem, simbolizou o sentimento de esperança vivenciado no Sertão: “Que todos vocês se unam e se tornem amigos porque todos estarão juntos no futuro transformador do nosso projeto”.

Tecnologia e solidariedade unidas no museu do amanhã


As iniciativas dos Amigos do Bem estão em destaque no Museu do Amanhã, o mais visitado do país e que já recebeu cerca de 2,5 milhões de pessoas em 2 anos de operação no Rio de Janeiro. Nossas ações de Infraestrutura (projeto Água) e Educação (Centros de Transformação) foram escolhidas para a exposição IRIS+, uma experiência interativa baseada em inteligência artificial.
Saiba mais…

MUSEU DO AMANHÃ: TECNOLOGIA E SOLIDARIEDADE

MUSEU DO AMANHÃ: TECNOLOGIA E SOLIDARIEDADE

As iniciativas dos Amigos do Bem estão em destaque no Museu do Amanhã, o mais visitado do país e que já recebeu cerca de 2,5 milhões de pessoas em 2 anos de operação no Rio de Janeiro. Nossas ações de Infraestrutura (projeto Água) e Educação (Centros de Transformação) foram escolhidas para a exposição IRIS+, uma experiência interativa baseada em inteligência artificial. Vale lembrar que o local foi eleito o melhor museu da América do Sul e Central pelo Leading Culture Destinations Awards, “Oscar” britânico do setor.

A IRIS+ foi desenvolvida através da API (Application Programming Interfaces) Watson Conversation Service (WCS), hospedada na IBM Cloud. A aplicação foi treinada para responder dúvidas e também fazer perguntas, guiando um diálogo com os visitantes, através de um computador, sobre sustentabilidade e convivência. A pessoa será questionada sobre como poderá transformar sua preocupação com o mundo em algo concreto e, a partir dessa resposta, o sistema apresentará projetos como os dos Amigos do Bem que vão sugerir uma integração social.

Na seção Água da exposição, o visitante reflete sobre o problema de falta de água secular no Sertão e tem a oportunidade de conhecer nosso trabalho de Infraestrutura, que já construiu 112 cisternas e 25 poços, atendendo às necessidades de muitos povoados assistidos. Já na seção de Educação, nossos Centros de Transformação são destaques por promoverem atividades extracurriculares e cursos profissionalizantes, desenvolvendo o potencial de mais de 10 mil crianças e jovens em Pernambuco, Alagoas e Ceará.

Alcione Albanesi, presidente dos Amigos do Bem, agradeceu ao Museu do Amanhã e ressaltou a importância da parceria. “É com muita alegria que recebemos o convite para participar dessa exposição que traz reflexão para as pessoas. Nosso trabalho é despertar a solidariedade e a capacidade de transformar de cada um que conhece o nosso trabalho”.

10º ENCONTRO DOS AMIGOS DO BEM

10º ENCONTRO DOS AMIGOS DO BEM

Com patrocínio da Volvo Cars, o Encontro reuniu voluntários, convidados e Empresas Amigas que apoiam a Instituição e ressaltou a importância da solidariedade.

A partir do slogan “Quando os amigos se unem, coisas boas acontecem”, a 10ª edição do Encontro com Voluntários foi realizado no domingo (29), no Clube Atlético Juventus, em São Paulo. O evento, já tradicional no calendário da Instituição, contou com a participação de 4.200 pessoas e teve como objetivo compartilhar as realizações, apresentar planos para futuros projetos e ressaltar a importância da solidariedade.

Daniele Suzuki e Danilo Faro abrilhantaram o evento como mestres de cerimônia e Luis Rezende, presidente da Volvo Cars do Brasil, relatou a experiência da empresa que apoia os Amigos do Bem, afirmando que a motivação da parceria está em contribuir com projetos que têm o objetivo de transformar o sertão. Ao destacar o compromisso da marca Volvo com a segurança, relatou que seis carros foram disponibilizados pela Volvo Cars do Brasil para atender as necessidades dos voluntários que trabalham em Alagoas, Pernambuco e Ceará, transportando-os por grandes distâncias.

Ainda sobre a parceria entre Volvo e Amigos do Bem, Luis Rezende sublinhou a relevância dos projetos da Instituição e a finalidade das ações da Volvo, afirmando que “a nossa maior proposta é cuidar dos voluntários que saem de São Paulo, e percorrem longos caminhos até chegarem aos povoados atendidos no sertão. Posso dar segurança e conforto para que eles possam executar o trabalho deles com muito carinho”. Com essa parceria, os voluntários dos Amigos do Bem ganharam em segurança e conforto, fortalecendo ainda mais o trabalho de amor que realizam.

Além de Luis Rezende, outros empresários de grandes corporações envolvidas com os Amigos do Bem marcaram presença no Encontro, como Elie Horn.
Sobre o evento, Alcione Albanesi, fundadora e presidente da Instituição, agradeceu aos participantes afirmando que: “ter 4200 amigos reunidos numa tarde de domingo, com o propósito de fazer, ainda mais, o bem e praticar a solidariedade, nos encoraja a continuar a transformação de vidas nesta estrada do bem. Temos um longo caminho pela frente, mas quando vejo tudo que já realizamos, tenho a certeza que faremos muito mais”.

Lucy Alves, artista e cantora, junto com Mestrinho, talentoso sanfoneiro brasileiro que recentemente realizou um trabalho com Ivete Sangalo, animaram ainda mais a tarde cantando e tocando músicas alegres e envolventes.

No Encontro foram sorteadas 5 viagens ao sertão nordestino para que os voluntários acompanhem de perto tudo o que está sendo realizado. Muitos voluntários, apesar de se dedicarem bastante, ainda não tiveram oportunidade de viajar ao sertão para conhecer o projeto. É sempre uma alegria quando este momento pode ser realizado.