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About Amigos do Bem

Há 25 anos transformando vidas no sertão nordestino por meio de iniciativas educacionais, de assistência à saúde, de infraestrutura e de geração de renda. Acreditamos que qualquer ser humano é capaz de se desenvolver desde que lhe sejam oferecidas condições favoráveis.
Conheça as Giraffas do Bem

Conheça as Giraffas do Bem

Dos dias 6 de novembro a 2 de janeiro, você também pode mostrar seu apoio à transformação de vidas nas lojas do Giraffas.

Durante o período da ação, com mais R$2 a cada compra você garante um adesivo das Giraffas do Bem, que pode ser personalizado com seu nome e colado nas paredes dos restaurantes da marca ou exposto onde preferir. A ação é nacional e acontece nas 400 lojas da rede espalhadas pelo país.

Todo o valor arrecadado será investido em nossos projetos que há 25 anos transformam a realidade de milhares de famílias do sertão com iniciativas educacionais, de assistência à saúde, infraestrutura e geração de renda e trabalho.

Que tal mostrar seu apoio à causa durante suas refeições? Não se esqueça de marcar @amigosdobem

Campanha convida a “dar uma mãozinha” à causa

Campanha convida a “dar uma mãozinha” à causa

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Durante o mês de setembro, os Amigos do Bem e a Mania de Churrasco ! PRIME STEAK HOUSE e o Mania de Churrasco ! BUFFET EXPRESS se unem para “dar uma mãozinha” à transformação de vidas no sertão nordestino.

Na 4ª edição da campanha, a ação convida os clientes de todos os restaurantes da marca a apoiarem a causa. Pelo valor de R$2,00, você ganha um adesivo no formato de mãozinha, que pode ser personalizado com seu nome e colado nas paredes dos restaurantes da marca ou exposto onde preferir.

Todo o valor arrecadado será investido em nossos projetos que há 25 anos transformam a realidade de milhares de famílias do sertão com iniciativas educacionais, de assistência à saúde, infraestrutura e geração de renda e trabalho.

Que tal dar uma mãozinha pra gente? Mostre seu apoio à causa marcando @amigosdobem.

Elie Horn para a Folha de S. Paulo

Elie Horn para a Folha de S. Paulo

Abaixo entrevista do Elie Horn para a Folha de S. Paulo do dia 23 de julho de 2018.

Eu me sinto anão da filantropia perto de Bill Gates, diz Elie Horn

Dono da Cyrela quer incentivar empresários a aderir a movimento de doação de riquezas

 

Prestes a completar 74 anos neste mês, o bilionário Elie Horn quer fazer os ricos doarem mais e melhor.

“Quero chacoalhar a sociedade”, diz o dono da Cyrela, que assumiu o compromisso público de destinar para filantropia 60% de sua fortuna, estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 3,9 bilhões).

O empresário Elie Horn, dono da Cyrela
O empresário Elie Horn, dono da Cyrela – Eduardo Anizelli/Folhapress

Movido por espírito religioso de fazer o bem e de não se deixar escravizar pelo dinheiro, ele admite que se sentiu mal quando entrou para o clube dos bilionários com a abertura de capital da Cyrela em 2005. As ações da empresa passaram a valer 30 vezes mais em um ano. “Não foi por mérito meu.”

Que razões levaram o senhor a aderir ao The Giving Pledge?

Faz 20 anos que me decidi. O The Giving Pledge faz três. Por quê? Faz muito bem à alma, a terceiros e também a você, neste mundo e no outro. Quero ser rico na eternidade. São valores familiares, judaicos, de não trabalhar só para si, de devolver à sociedade.

O que move o senhor?

O espírito do bem, da justiça e do significado do dinheiro. Ou você escraviza o dinheiro, ou é escravizado. Se ajudar alguém, você escravizou o dinheiro. Se deixa para usufruir o luxo, é escravo.

Como foi em família a decisão de doar parte da herança que seria dos seus filhos?

Pensei em doar 100%, como meu pai. Mas um guru cabalista me aconselhou a doar 60%. Meus filhos falaram: “Papai, faz isso em vida”. Não é igual depois da morte. Tirar do bolso e dar é difícil. Na hora que você promete doar, o dinheiro não é mais seu. Se não fizer, é ladrão.

Seu pai é seu maior exemplo?

Ele fazia o bem por convicção e cultura. Faleceu faz 38 anos e senti o dever de fazer o bem para elevar a alma dele. Espero que a tradição se mantenha com filhos, netos, tataranetos.

Que legado quer deixar?

Espero cutucar a sociedade para fazer o bem. Se todos os ricos do mundo ajudarem os pobres, vai ter justiça, equilíbrio e um mundo melhor.

É mais difícil cutucar ricos em um Brasil tão desigual?

É óbvio que o Brasil precisa mais do que os Estados Unidos, onde existe cultura de doação.

Como é fazer esse movimento aqui?

Temos um grupo de pessoas inteligentes e competentes que decidiram fazer um guarda-chuva do bem. Uma plataforma que vai abarcar dez causas: combater exploração sexual de crianças e adolescentes, primeira infância, saúde, deficiência, combate à pobreza, educação, meio ambiente, idosos, ética na política, civismo.

Tem também cultura de doação para ensinar a não deixar dinheiro na gaveta.

Como se formou este grupo para investir na plataforma?

Eles me chamaram e eu aderi na hora. A ideia é unir forças para destinar centenas de milhões de reais para causas. A fundo perdido. O modelo está sob análise. Não posso citar nomes ainda. São grandes representantes do PIB dispostos a atuar para poder chacoalhar o país.

Como homem de negócios, o que agrega à filantropia?

É importante não só doar, mas doar bem. A plataforma tem que ser eficiente, ter visão estratégica, acompanhar a aplicação dos recursos e ser ponte entre doador e gestor.

Queremos ajudar as pessoas a doarem mais e melhor. Basta gostar de fazer o bem para ser do clube. Muitos fazem filantropia, mas em um modelo em que o impacto é limitado, quando pode ser maior.

Quando o senhor se tornou um filantropo?

Comecei no colégio arrecadando cruzeiros para ajudar o moço da esquina.

Quando fazia negócios, eu vendia um apartamento por 100 e o cara queria pagar 90. Fazia um acordo: paga 90 e a diferença vai para caridade, que o comprador escolhia. Todo mundo aceitou, menos um. Um bandido.

Qual foi sua primeira causa?

É botar Deus na terra, mas não vai estar entre as dez da plataforma. Convencer os jovens de que Deus existe é uma causa importante, mas não é “cool”. Falar em religião hoje não é bom por causa dos extremistas. Sem extremismo faz muito bem.

Quais são as causas mais importantes na sua vida?

Tenho duas: o trabalho e a filantropia. Detesto passar tempo sem fazer nada, me frustra. Tem também a mensagem de dar valor ao meu tempo. Sentir-se inútil é uma desgraça.

Não pretende se aposentar?

“Never” [nunca]. O importante é produzir, dar significado ao dinheiro, ao tempo. Se eu me aposentar, vou ficar gagá e encher minha esposa. Eu não me perdoaria se ficasse inativo e ineficiente.

Por que criou o Instituto Liberta para atuar no combate à exploração sexual infantil?

A ideia é mexer com a sociedade brasileira para conscientizar as jovens, os velhos. É tabu, um campo minado.

Ninguém quer associar sua marca a abuso sexual infantil?

Foi a razão que fez a gente assumir a causa. Não é “cool”. No Brasil, temos muitas meninas abusadas, exploradas. Nossa ideia é ajudá-las a sobreviver, para que o mal não se repita. Temos feito visitas às escolas do estado de São Paulo, falando com professores para que sejam vigilantes e contatando 2,5 milhões de crianças.

O instituto faz campanhas de conscientização, seminários. Temos vários parceiros, trabalhos no Amazonas e no Pará.

Como seleciona o que vai apoiar?

Tenho vergonha de falar não. Alguém me ensinou que se não falar, estou morto. Então, hoje falo. Não quero ver coisas novas. As causas que tenho já são bastante grandes.

Que experiências o senhor teve ao visitar projetos?

Fui para a ilha de Marajó e perseguimos uns bandidos que estavam com umas meninas em outro barco. Quase demos um flagrante. Já era convicto sem ver, agora que vi sou escravo da causa. Sinto aqui [aponta o coração]. Deu um significado mais forte para minha luta.

Esteve também no Nordeste?

Sim. Adorei. Visitei a ONG Amigos do Bem. A Alcione [Albanesi, fundadora] vai fazer parte da plataforma. Essa mulher faz milagres. É pai, mamãe, vovó, diretora e presidente para 60 mil pessoas. Dá educação, cultura, comida.

Ela me apresentou para mil crianças, que me deram 2.000 beijos. Passei dois dias lá e nunca senti tanto amor na vida. Vamos ajudá-la a ter mais doadores, se Deus quiser.

Pesquisas mostram que o brasileiro pobre, proporcionalmente a sua renda, doa três vezes mais do que o rico. Por quê?

No meu entender, falta comunicação, convencimento. A minha tese é: Deus existe, estamos aqui para ser testados. Eu quero passar no teste.

Como é o seu contato com grandes filantropos como Bill Gates?

Lá fora, Bill Gates e Warren Buffett vão doar 99% de suas fortunas para caridade. São exemplos.

Nos EUA, eu me sinto um anão. Sou o menorzinho deles. A gente acha que faz muito e quando chega lá vê que não faz nada. Isso ajuda a nos convencer a fazer muito mais.

O senhor convenceu outro brasileiro a aderir ao The Giving Pledge?

Estou tentando. Falei com alguns. Um ia aceitar, mas não aceitou. Um outro, a mulher não deixou.

Mas não desisto. Acho que neste ano vou ter a chance de convencer um ou dois. Quero criar o The Giving Pledge Brasil em outras condições: em vez de doar ao menos 50%, aqui o percentual seria de 20%.

Faltam incentivos fiscais ou maior taxação sobre herança, como nos EUA?

Alguns dizem que sim, outros não. O problema é ter vontade. No Brasil, os dividendos são isentos de imposto de renda. É um dinheiro que você pode doar, já pagou o imposto. Todo meu dinheiro [para filantropia] provém de ações.

Foi com a abertura de capital da Cyrela em 2005 que o senhor entrou de vez para o clube dos bilionários?

No começo, eu me senti mal. Depois, me acostumei. Como a Cyrela ficou em primeiro lugar no setor por 15 anos, aconteceu. Sabe por quê? É um teste de Deus. Se você ganhar 10 ou 100, vai doar na proporção.

Minhas ações subiram 30 vezes naquele ano. Isso não é normal. Não é meu mérito, com certeza. Foi um teste para ver se eu correspondia.

O senhor passou no teste?

A gente nunca passa, sempre se pode fazer mais.

No Brasil, quem lhe inspira?

Amador Aguiar [fundador do Bradesco] fez uma coisa maravilhosa, a Cidade de Deus, uma escola por onde já passaram mais de 500 mil alunos. É um orçamento gigante. O trabalho dele é excepcional. E a Fundação Bradesco é sócia do banco. Uma coisa importante.

Como começou seu império na construção civil?

Havia um corretor que vinha na minha casa oferecer apartamento para meu pai e meu irmão. Comprava-se para pagar em seis meses, sem correção monetária. Como havia inflação alta, se vendia no outro dia com lucro grande. Sem dinheiro. Assim comecei a conhecer o ramo. Tudo que comprava, eu vendia.

Sou persistente, não sou bandido. As pessoas confiam. Para ser um bom corretor, não pode mentir. E sou workaholic.

Qual é o seu maior orgulho como self-made man?

Sou um investidor a longo prazo. Lá em cima, não vão me perguntar se eu fui bom ou mau empresário, mas se fiz o bem.

Meu sonho é que lembrem de mim como um homem que tentou fazer o bem. Quero um mundo sem pobreza, injustiça, violência, maldade.

O mundo melhorou ou piorou em relação ao que o senhor nasceu?

Não sei. Nasci na Síria e saí de lá quando tinha seis meses. Cheguei [ao Brasil] com zero tutu, no barco na quarta classe, passagem paga por parentes, que deram US$ 10 mil dólares para meu pai começar a trabalhar. E ele se fez.

O senhor acompanha a situação na Síria. Apoia refugiados?

Todas as causas são boas. Toda criança tem que ser ajudada. Já ajudei refugiados, mas não é uma causa da plataforma. Não dá para fazer tudo.

O que o Brasil significa para o senhor?

É o país que me acolheu, é tudo para mim. O ser humano no Brasil é muito bom. Tem alma nobre, gentil.

Por que o Brasil não é ainda o país que poderia ser?

Eu tenho algumas ideias radicais. Faria uma anistia geral. Partiria da estaca zero, para começar tudo de novo. Não gosto de falar de política. Não apito nada e ninguém vai me ouvir.

Para ser político tem que falar bonito, saber convencer. Sou a favor da liberdade, do capitalismo, do trabalho. Sem o setor privado o país não anda.

O senhor fala publicamente sobre o diagnóstico de Mal de Parkinson?

Não tenho vergonha. Estou doente. Deus mandou por alguma razão. Aceito. Fiquei revoltado quando descobri em 2012, mas a doença está controlada por remédios.

Todo dia, faço na marra cerca de duas horas de ginástica, natação, fisioterapia e karatê. Perco todas as lutas (risos). É gostoso. Você não para de lutar e de se defender. Uma sensação boa de estar vivo.

Vai ganhar a luta pela filantropia?

Com certeza. Eu não desisto. E tem o seguinte: na hora que você faz o bem, Deus é obrigado a ajudar.


Elie Horn, 73

Formado em direito, o empresário nascido na Síria chegou ainda bebê ao Brasil. É fundador da incorporadora e construtora Cyrela e criou o Instituto Liberta, que combate a exploração sexual de crianças e adolescentes. Tem 3 filhos e 3 netos


O que é The Giving Pledge

O Compromisso de Doação é um esforço capitaneado por Bill Gates e Warren Buffet para que indivíduos e famílias mais ricas do mundo comprometam a destinar mais da metade de sua riqueza a causas filantrópicas. Conta hoje com 183 adesões de bilionários de 22 países e apenas um representante do Brasil

Eliane Trindade

Editora do prêmio Empreendedor Social, editou a Revista da Folha. É autora de “As Meninas da Esquina”

Fonte: folha.uol.com.br

Jovens Empreendedores do Sertão Nordestino

Jovens Empreendedores do Sertão Nordestino

Amigos do Bem realizam a 1ª Feira de Empreendedorismo no sertão em parceria com o Sebrae

Uma parceria entre Amigos do Bem e Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) levou até o Sertão a 1ª Feira de Empreendedorismo voltada para os jovens e crianças atendidos pelo projeto. Após seis meses de planejamento e trabalho, a iniciativa foi concretizada nos dias 3, em Catimbau/PE, e 24 de março, em Inajá/PE.

As crianças de cada ano letivo foram responsáveis por criar uma de empresa, com um stand com produtos para exposição durante a feira. “Cada grupo de crianças abriu a sua empresa, fez os seus produtos e realizou a venda, negociando com os demais alunos”, conta Alceu Caldeira, coordenador dos Amigos do Bem. Com isso, todos puderam exercitar a capacidade empreendedora e a educação financeira.

O Sebrae colaborou na capacitação dos professores dos Centros de Transformação, que trabalharam diretamente com as crianças, motivando a criatividade e o empreendedorismo dos grupos de alunos – cujo foco variou entre comidas, temperos, empreendedorismo social, reciclagem, livraria, cabeleireiro, entre outros. Cerca de 6 mil produtos foram apresentados durante a feira.

Os alunos e voluntários receberam notas de dinheiro fictício para poder consumir e estimular a prática de negociação e controle de gastos. José Aparecido, coordenador pedagógico dos Amigos do Bem no Catimbau, contou sobre a satisfação de todos ao final do evento: “Ficaram muito felizes, era lindo ver as crianças falando sobre o quanto gastaram, o que sobrou, todo mundo fazendo a contabilidade das empresas para checar o lucro. Foi incrível!”.

Ações como esta mostram que um novo futuro está sendo construído no sertão por meio do aprendizado, da dedicação e do amor!

Veja mais detalhes assistindo o vídeo abaixo:

Confira algumas fotos:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Parceria do Bem

Parceria do Bem

Doe cestas básicas de onde você estiver: Pão de Açúcar e Amigos do Bem juntos contra a fome.

Segundo uma pesquisa do IPEA de 2014, um terço da população do Brasil mora no Nordeste. Lá, cerca de 9,6 milhões de pessoas vivem na linha de pobreza extrema com menos de R$ 70,00 por mês.

Com o objetivo de transformar esta realidade e fazer com que a fome e a miséria sejam lembradas apenas como fato histórico, todos os meses, os Amigos do Bem distribuem cestas básicas no sertão nordestino, garantindo que milhares de famílias tenham acesso à alimentação de qualidade.

Além das arrecadações mensais realizadas em vários supermercados de São Paulo nas Redes Carrefour, Extra e Pão de Açúcar, agora poderão ser feitas doações de cestas através do e-commerce do Pão de Açúcar. De forma rápida e prática, os internautas podem escolher entre três tipos de cestas, com valores que variam de R$ 30,00 a R$ 90,00 dependendo da quantidade de alimento.

Os produtos serão entregues para os Amigos do Bem diretamente em Recife/PE, de onde seguirão para os povoados atendidos pela Instituição.

Com essa iniciativa, a instituição conta com uma nova maneira de colaborar com seus projetos, que estão escrevendo um novo futuro para mais de 60 mil pessoas por meio de ações voltadas à educação, saúde, infraestrutura e geração de renda.

Conheça essa iniciativa em: paodeacucar.com/amigos-do-bem/

Campanha Sertão

Campanha Sertão

Prêmios que transformam vidas

Com o objetivo de arrecadar recursos para manter seus projetos de educação e geração de trabalho e renda, os Amigos do Bem realizam anualmente a Campanha do Sertão. A campanha teve duração de 4 meses e, desta vez, surpreendeu seus participantes, que concorreram não só a um, mas a 3 prêmios: um Volvo V40 0KM, uma moto KTM 200 Duke 0KM e uma TV Led 49’ Smart Full LG. Todos os prêmios da campanha foram doados por empresas que, como a Volvo Cars e a Sacramento Moto Sports, acreditam no trabalho sério e transformador realizado há mais de 25 anos no sertão nordestino.

Para participar, cada pessoa adquiria seu número da sorte por apenas R$ 20,00 e colaborava com a transformação de vidas no sertão.

A campanha representa uma das maiores fontes de recursos da Instituição ao longo do ano, além de movimentar um número muito maior de doadores, ampliando assim, a corrente do Bem.
Foram milhares de números distribuídos e os vencedores já foram divulgados no site. Acesse o link para conhecer os ganhadores: amigosdobem.org/ganhadoresdacampanha2017/

Os Amigos do Bem agradecem a todos que participaram da Campanha.

NATAL QUE TRANSFORMA

NATAL QUE TRANSFORMA

“Quem diria que uma viagem que começou com um grupo de amigos, se tornaria um dos maiores projetos sociais do nosso país. Um exército do bem fazendo o Natal todos os dias.”

Foi no Natal de 1993 que fizemos nossa primeira viagem ao sertão. Esta viagem nos trouxe a consciência do verdadeiro sentido do Natal. Desde então, todos os anos levamos o auxílio necessário para milhares de pessoas, mas acima de tudo o AMOR.
Quando ajudamos alguém, somos nós os maiores beneficiados. Fazer o bem nos transforma em pessoas melhores para vida.
Agradeço aos meus Amigos do Bem e a todos que de alguma forma colaboram para que milhares de pessoas tenham um Natal todos os dias.

Com Amor,
Alcione Albanesi
Presidente dos Amigos do Bem

Em meio a pior seca dos últimos 50 anos, surge o Papai Noel e os Amigos do Bem levando alegria e esperança para milhares de crianças.
Uma equipe de 200 voluntários realizou a distribuição de Natal para mais de 60 mil pessoas atendidas no sertão nordestino. Dividindo-se nos estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará, as equipes representaram o trabalho dos mais de 6.800 voluntários de São Paulo, que diariamente dividem-se nas diversas tarefas de arrecadar, montar e organizar todas as doações recebidas para atender às famílias do sertão.

captura-de-tela-2016-12-22-as-14-46-57Além de distribuir alimentos, roupas, brinquedos e enxovais, levaram a marca de amor através de muitos abraços. Cada equipe contou com a presença do bom velhinho que fez a alegria das crianças, jovens e até de adultos, que quase nunca tiveram a oportunidade de festejar o Natal.

captura-de-tela-2016-12-22-as-15-01-28

Foram realizadas palestras socioeducativas com foco no que as famílias gostariam de levar para o próximo ano. Temas como perdão, família transformação foram abordados e as pessoas puderam interagir na dinâmica proposta. Para os jovens e crianças também foram realizadas palestras com temas voltados às questões comportamentais que refletem no convívio em família e no desenvolvimento socioeducativo.

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